Comunidades

 

A Paróquia de Santa Teresa é composta de 48 comunidades, divididas em 07 setores pastorais, nesta página contaremos um pouco da história de cada uma.

Setor Sede

A Comunidade São Brás, nasceu com este título à 15 anos. Porém, antes de adotar São Brás como seu padroeiro, a comunidade, então conhecida pelo nome do Bairro, Dois Pinheiros, já existia a mais de 50 anos. As famílias se reuniam em casas para rezar, no oratório da casa da D. Assunta Rosa Sclauzer (in memoriam) onde aconteciam até mesmo missa. Com o passar dos anos, havia a necessidade de implantar as pastorais na comunidade, começando pela catequese.  Neste tempo, os encontros aconteciam na garagem da casa de uma moradora. Não comportando mais a demanda, a comunidade precisava de mais espaço para seus encontros, foi aí que o ganhou um terreno cedido pelo Sr. José Simplicio de Oliveira (in memoriam), onde com muito esforço e dedicação, foi construído o Centro Pastoral Comunitário. O prédio possui dois andares, na parte superior são realizados os encontros das pastorais, reuniões do Conselho Comunitário e até mesmo velórios. Na parte inferior está situada a Capela de São Brás,onde são realizadas as missas e celebrações em geral.A comunidade possui, atualmente, 370 famílias.Todos os domingos é realizada a celebração da Palavra as 9 horas e uma vez por mês a Celebração Eucarística. A Festa do padroeiro acontece no dia 03 de fevereiro, com novena, missa, benção da garganta e almoço comunitário, momento em que a comunidade se une a outras, para juntas prestarem louvor a Deus e que pela intercessão de São Brás, possamos continuar na missão de evangelizar.

Por volta do ano de 1930 chegaram neste pedaço de chão, mais tarde chamado Valão de São Lourenço 12 famílias que vieram da Itália: Tomazelli, Salviato, Bortolini, Martinelli, Angeli, Basseti, Echer, Dalprá, Biasutti, Zamprogno, Meer e Lambert. Essa corajosas famílias encontraram aqui matas, animais ferozes e com trabalho duro e penoso, lágrima e sofrimento, fé e muita esperança construíram suas simples casas, iniciando assim uma nova história de suas vidas.

Como pessoas católicas, tementes a Deus se reuniam em suas casas para todas as tardes rezar. Agradecer e suplicar a Deus força, animo e proteção na árdua luta. Com o passar dos tempos brotou no coração de Modesto e Augusto Salviatto o desejo de construir uma capela onde pudessem realizar mais fervorosamente suas orações, reza do terço, etc.

No ano de 1935 construíram uma pequena capela no terreno doado por Festivo Bortolini, tijolos doados por Luigge Tomazelli, feitos com uma terra chamada batinga no seu próprio terreno. Os demais materiais foram doados pelos moradores. Mariota Salviato com 90 anos relembra com alegria e emoção que ajudou na construção da singela capelinha carregando tijolos. E assim com a colaboração de todos foi concluída a capela chamada carinhosamente de igrejinha, mais tarde igrejinha de São Lourenço.

PORQUE SÃO LOURENÇO?

Antes de viajar para o Brasil muito preocupados e aflitos foram a uma igreja dedicada a São Lourenço em Genova, na Itália, pedir proteção para a viagem e para encontrar algo de bom aqui, para recomeçar a vida.

Em agradecimento, dedicaram a capelinha ao bondoso São Lourenço, onde todos os domingos se reuniam para fazer suas orações. Décimo Martinelli, Antonio Bortolini e Augusto Salviatto eram os rezadores da época,

A imagem de São Lourenço foi adquirida pelos moradores e trazida provavelmente do Rio de Janeiro pelos frades capuchinhos.

No dia 10 de agosto de 1937 foi celebrada a 1ª missa por Frei Dionizio Manterosso, inaugurando e abençoando a tão querida igrejinha.

Outras famílias foram chegando e aumentando o número de moradores que aos poucos foram povoando o então chamado Valão de São Lourenço. E as missas celebradas no pátio da igrejinha.

Em 1988 a velha igrejinha já desgastada pelo tempo, foi demolida dando lugar a atual capela construída por João Romanha, Cecília Salviato, José Thomazini, Zezinho Salviatto, Alcides Mischiatti, Adelino Bortolini, José Aliprandi, Fidelis Loss, Frederico Romanha, Família Martinelli e outros.

Em 10 de agosto de 1989 foi abençoada por Frei Paulino Fabris (pároco) celebrando aí a Eucaristia. Até então seu Décimo Martinelli conduzia os momentos de oração, festas, era um líder religioso, conselheiro, animador, visitava os doentes, levava comunhão.

A partir dessa época surgia as comunidades Eclesiais de Base, as pastorais e Antonio Luiz Aliprandi (Zinho) foi o 1º coordenador da Comunidade de São Lourenço.

Em setembro de 1993 deu-se inicio a construção do Centro Comunitário, sendo celebrada a 1ª missa por Frei Luiz de Petrópolis no dia 20 de julho de 1994.

No dia 14 de setembro de 1994 a nossa comunidade foi visitada por Dom Geraldo Lírio Rocha, Bispo da Diocese de Colatina a qual pertencemos. O centro comunitário foi concluído em 1997 sendo abençoado por Frei Honório (pároco).

É nesse lugar que se realiza retiros, missas, encontros de formação, catequese, encontro de batismo, crisma, reunião do conselho, velórios. Foi cedida uma sala para as reuniões da Associação de Alcoólicos Anônimos, AA.

O Terreno onde fica o centro comunitário foi doado pelo saudoso Leonildo João Batísta Dalmaschio (Nildo).

Também neste período foi aumentado o lote da capela doado por Claumir Dalmaschio.

Em junho de 1994 a dezembro de 1995, Moises Martinelli, assume a coordenação.

Janeiro de 1996 a dezembro de 1997, Vilma Lucia de Souza Romanha, coordena a comunidade.

Em 1998 a 2000, João Romanha e Eduardo Demuner, assume a coordenação.

Em 2001 a 2002, Líbera Casagrande é a nova coordenadora. Neste período a capela foi ampliada para fazer a capela do santíssimo Sacramento. No dia 06 de novembro de 2001 após a missa Frei Jorge Noia abençoou a capela e o Sacrário e Jesus Sacramentado veio ficar conosco.

Em 2002, Adilson Luchi assume a coordenação e constrói a cozinha, reveste de gesso o centro comunitário tornando-o bem mais belo.

Em 2005, Antonio Luiz Aliprandi (Zinho) volta à coordenação até março de 2010 e reforma totalmente a cozinha e constrói sobre a mesma ampliando mais salas. Conseguiu também o terreno da frente da quadra, que a prefeitura na pessoa do senhor prefeito, Gilson Amaro comprou e doou para a comunidade.

Em março de 2010, passou a coordenação para Romão Biasutti, que juntamente com o conselho da comunidade organizou a festa dos 75 anos de existência da comunidade com muito empenho e dedicação.

Tudo que foi construído na comunidade foi com doação dos generosos moradores e em mutirão, e também a prefeitura que sempre colaborou e colabora.

A comunidade sempre contou com a presença, o carinho, a dedicação e a evangelização dos padres capuchinhos.

No dia 10/08/2015, iremos festejar os 80 anos de capela, de comunidade e queremos agradecer a Deus por pessoas tão dedicadas. E de um modo especial os primeiros moradores italianos que com fé, bravura, coragem, confiança, amor a Deus fizeram desse lugar uma comunidade católica, cristã que busca viver na mesma fé, na união e na concórdia.

Parabéns aos italianos corajosos!

Parabéns Comunidade de São Lourenço!

1935-2015

Obs.: Informações dadas por: Mariota Salviatto, Clementina Martinelli, João Romanha, Cecília Salviato. 

Realizado por: Vilma Lucia de Souza Romanha.

“TODOS QUE POR AQUI PASSARAM DEIXARAM UM POUCO DE SI, MARCAS PARA SEMPRE LEMBRADAS, POIS O TEMPO NÃO CONSEGUIRÁ APAGAR.”

Vilma Lucia de Souza Romanha.

No dia 01/06/1902, foi lançada a primeira pedra fundamental da igreja atual. Em 15/10/1917 foi feita a grande festa da Padroeira Santa Teresa, com tríduo e quermesses, em benefício das obras da Matriz, que só foram concluídas em 1925. Sofreu a primeira reforma em 1933. E a segunda reforma foi feita de 1986 a 1990.

 

De julho a setembro de 1922 houve uma grande missão evangelizadora da paróquia. 

 

Em 1935 foi inaugurado o Seminário Seráfico São Francisco de Assis. 

 

O primeiro sacerdote teresense foi ordenado em 1942: Frei Vital André Ronconi.

 

Em 1949 foram ordenados Frei Cesar Broetto e Frei Estevão Corteletti. 

 

Em 1955 foram ordenados os freis teresenses Frei Antônio Zuchetto e Frei Anselmo Corteletti. Em 1964 mais um teresense ordenado Frei Sérgio Martins.

 

Em 1977 Frei Geraldo Monteiro é ordenado sacerdote. 

 

Antes da vinda do Frei Paulino Fabris existiam as comunidades desvinculadas da Matriz, onde os freis visitavam esporadicamente, mais precisamente nas festas dos padroeiros,e nas realizações dos sacramentos do Batismo, primeira comunhão e casamentos. Mas apesar disso as comunidades evangelizavam utilizando mais precisamente a Catequese na preparação para a primeira eucaristia, a Cruzada Eucarística, os Grupos de Jovens, o Movimento das Filhas de Maria e o Apostolado da Oração. As folias de reis arrecadavam doações para suas capelas. E havia um responsável que coordenava todos os trabalhos, que era simbolicamente chamado de sacristão. O dízimo era um cartão que a pessoa possuía. Fazia sua doação e era marcado um X no mês e não era estipulado o valor e havia um responsável em recolher a doação e o dizimista não levava para as missas e o cartão ficava com ele. Depois o dízimo começou a ser uma doação mediante um carnê, sem estipulação de valor. 

 

Foi na década de 80, no ano de 1984, na gestão do frei capuchinho Paulino Fabris, hoje padre, que se iniciaram os trabalhos de formação de lideranças, e a criação das comunidades eclesiais de base (CEB’S). Para organização das comunidades eclesiais de base, foram ministrados cursos de formação na Escola Santa Catarina, onde se descobriram muitas lideranças e agentes de pastorais. Como o dízimo não conseguia custear os cursos de formação a comunidade juntamente com o pároco Frei Paulino montava barracas nas festas do município, realizava quermesses, e nas festas das comunidades para arrecadação de fundos. 

 

No ano de 1990, a paróquia passou a pertencer à Diocese de Colatina; antes todos os nossos trabalhos eram direcionados pela Arquidiocese de Vitória. Nosso primeiro bispo diocesano foi Dom Geraldo Lyrio Rocha.

 

Em fevereiro de 1993 toma posse Frei Honório José de Siqueira, hoje Deputado Estadual e Frei Jorge Veiga Ulberg. Em outubro de 1993, houve a Primeira Investidura dos MECE’S, durante a Festa da Padroeira e os fundos arrecadados nesta festa teve como objetivo a compra do terreno para a construção do Centro Comunitário Paroquial. A realização deste era um anseio das comunidades, um chamado da Igreja hoje a evangelizar, renovar e abrir espaço para formação religiosa-social e maior participação dos leigos. Em 1996, houve a Grande Jornada Franciscana com a presença dos Capuchinhos Italianos, comemorando os 100 da presença Capuchinha no Brasil.

 

Em 09/03/1997, houve a Instituição das testemunhas qualificadas do Matrimônio e Ministros do Batismo. Em 26/10/1997, ocorreu o DNJ (Dia Nacional da Juventude), em nossa paróquia.

 

E foi no ano de 2014, que após vários anos, sem termos padroeiro próprio, pois estávamos vinculados à  Matriz, após votação foi escolhido como padroeiro da Comunidade Centro-Matriz, São Francisco de Assis, onde celebramos sua  festa no dia 04/10.

 

A Comunidade São Francisco de Assis possui representantes nas seguintes pastorais, movimentos e equipes de serviço: 

 

Pastoral do Batismo, com 04 agentes de pastoral preparando pais e padrinhos com reuniões quinzenais e visitas às famílias.

 

Dízimo com 07 agentes que fazem a entrega dos envelopes e visitas às mesmas. Estes envelopes são levados nas celebrações da comunidade e colocados no altar em momento específico como agradecimento, após a comunhão.

 

Catequese tem 01 animador que coordena todos os trabalhos junto aos catequistas, tanto formação como orientação.

 

Liturgia/Canto, com 05 agentes que se reúnem para formação, estudos e para preparação das celebrações.

 

MECE”S; Hoje a comunidade possui 04 pessoas instituídas que dão assistência aos doentes, idosos em suas residências e atuam nas celebrações.

 

Pastoral dos Coroinhas; são crianças e adolescentes coordenados por 12 agentes de pastoral a nível de Setor Sede.

 

ECC; EJC; EAC; são movimentos cujo trabalho estão direcionados às famílias.

 

Grupo de Oração (Renovação Carismática); se reúnem às quartas-feiras na Matriz para oração.

 

Círculos Bíblicos; reúnem-se semanalmente para estudos bíblicos.

Mãe Rainha; é um movimento vinculado ao santuário de Atibaia /SP. Com 01 coordenador paroquial e 01 missionário responsável por cada grupo. São 20 grupos de 30 famílias cada um, onde cada família leva a imagem da Mãe Rainha para a casa vizinha, com oração específica e cada grupo de 30 famílias se reúne todo dia 18 do mês para oração comunitária.

 

Pastoral da Sobriedade, a comunidade possui 01 agente nesta pastoral que juntamente com outros representantes de outras comunidades e entidades, se reúnem semanalmente às quartas-feiras.

 

Pastoral da Saúde. Reúnem-se mensalmente para oração e visitas aos doentes do Hospital.

 

Pastoral da Criança: está sendo reestruturada, mas possui um agente de pastoral da nossa comunidade.

 

Apostolado da Oração. São senhoras e voluntários que se responsabilizam pelas missas da primeira sexta-feira do mês.

 

A comunidade hoje possui uma equipe de animação composta por 03 agentes de pastoral que coordenam todos os trabalhos comunitários, juntamente com o conselho que é formado por 16 agentes de pastorais, que tem como meta principal fortalecimento das pastorais, visando acolher as famílias que deixaram de participar da comunidade; e reestruturação do dízimo com o resgate das famílias que deixaram de contribuir.

Inicio da primeira celebração Eucarística no dia 04 de maio de 1997;

Primeira festa em homenagem a chegada da Padroeira no dia 01 de outubro de 1998;

Primeiro Santo Sacramento do Crisma no dia 06 de agosto de 1998;

Primeira Eucaristia que aconteceu na comunidade dia 24 de agosto de 1998;

Chegada do Espirito Santo no dia 29 de maio de 1998;

Primeiro Batismo realizado na comunidade dia 26 de abril de 1999;

Inicio da construção da atual Igreja no dia 19 de abril de 2002;

     Primeira Festa da Juventude nos dias 30/11 a 01/12 de 2002;

Primeira Eucaristia  que aconteceu na comunidade dia 24 de agosto de 1998;

Chegada da Padroeira de Santa Teresa no dia 11 de outubro de 2003.

Nossa Senhora em todos os momentos demonstrou o grande amor que ela possui por todos os seus filhos, principalmente quando nossa comunidade foi agraciada com Nossa Senhora das Graças, o que expos a sua imensa vontade de conceder inúmeras graças a todos os seus fiéis.

Em 22/10/1980, um jovem de 18 anos, chamado Ramiro Reisen, morador do bairro Vila Nova, sofreu um grave acidente enquanto dirigia um caminhão na estrada entre Santa Leopoldina a Santa Teresa. Este acidente o deixou entre a vida e a morte, estava desacreditado pelos médicos e sua recuperação não era uma grande possibilidade. Dentro deste cenário, havia uma senhora chamada Maria Kunsch, que era esposa de um senhor que trabalhava para a família deste jovem, ao qual, lhe contava toda a angústia e dor. Maria, como devota de Nossa Senhora das Graças, rezou em prol da recuperação de Ramiro, fazendo uma promessa junto a família de Ramiro, seu pai França Reisen e sua mãe Santinha Reisen. Caso sua recuperação fosse alcançada, seria construída uma igreja para homenagear Nossa Senhora das Graças. Nos dias posteriores, houve o momento, inesperado por muitos, Ramiro se recupera. Hoje ele está saudável, somente com algumas sequelas do acidente, mas vivo com uma bela família.

Em gratidão e cumprimento da promessa feita a Nossa Senhora das Graças, o senhor França Reisen construiu uma pequena igrejinha localizada no bairro Vila Nova, em um de seus lotes, mais adiante cedeu mais um lote para a construção de um Centro Comunitário. Hoje contamos com uma grande e bela igreja, que está em processo de conclusão.

No início, as pessoas se reuniam para os momentos de oração nas casas de família, pois não havia um local apropriado para o povo se reunir e fazer suas orações e momentos de espiritualidade. 

Foi quando uma moradora, a Sr.ª Teonila  Schaeffer foi conversar com o pároco de Santa Teresa, Frei Estevão Corteletti, para pedir a permissão para construção de um capitel para se realizarem as orações da comunidade. O capitel foi construído pelo seu filho Moacir no terreno da família Schaeffer, no ano de 1981. Este capitel existe até hoje, permanecendo desativado.

Logo após a construção do capitel, tendo a Sr.ª  Teonila ido em romaria a Aparecida do Norte (SP), trouxe uma imagem de Nossa Senhora Aparecida – Padroeira do Brasil, e a doou à Comunidade Alvorada. Em seguida realizou-se a primeira missa, celebrada por Frei José Corteletti, que abençoou a imagem de Nossa Senhora Aparecida, agora a padroeira da comunidade.

Não havendo um espaço para a construção de um centro comunitário junto ao capitel, a Sr.ª Teonila doou um terreno seu para a construção do mesmo em outro local, na Rua 1.º  Centenário. Este foi o primeiro centro comunitário a ser construído na Paróquia de Santa Teresa.

Não dispondo de recursos financeiros para a construção, o pároco da época, Frei Paulino Fabris, recorreu à Adveniat (Organização dos Católicos da Alemanha que ajudam as comunidades de países em desenvolvimento). Em 1989 a verba foi enviada à comunidade para a construção do centro comunitário.

As famílias ficaram animadas com o projeto e a vinda do dinheiro. Logo, um líder, o Sr. Teodoro Bromonschenkel e seu irmão se apresentaram como voluntários para o trabalho. Isto incendiou os moradores da comunidade de tal maneira que eles mesmos se decidiram a construírem o Centro comunitário do Bairro Alvorada. Todo mundo ajudou e vimos que nossa comunidade era unida e muito forte.

Em outubro do ano de 1989 foi inaugurada a obra com uma grande festa cuja programação constou de Missa Solene, celebrada por Frei Paulino Fabris, com procissão pelas ruas do bairro e atrações sociais. Esta foi a primeira festa em nosso Centro Comunitário.

 Nos dias atuais, a comunidade está na expectativa de realizar uma reforma e ampliação do Centro Comunitário, incluindo aí o projeto de uma Igreja maior e mais adequada para melhor acolher os moradores da Comunidade do Bairro Alvorada.

Essa comunidade foi criada em 1988, pelo pároco Frei Paulino Fabris. O nome Imigrante, inicialmente “Monumento dos Imigrantes”, se deu em homenagem aos imigrantes que chegaram aqui vindos da Itália, representados pela estátua do casal fixada ao lado da Câmara Municipal e o prédio da antiga Escola Teresense que mais tarde se transformou na Prefeitura Municipal, à rua Darly Nerty Vervloet, fazendo parte assim desta comunidade; juntamente as ruas Luiz Muller, parte da Bernardino Monteiro, parte da rua Antônio Roatti e rua Paulo Bonino, onde se construiu o Centro Comunitário da Comunidade Sagrado Coração de Jesus – Imigrante assim denominada atualmente. O nome deste bairro, originalmente é Bairro do Eco.

Ao iniciar esta Comunidade, não havendo um lugar próprio para as celebrações, estas se davam em galpões ou abrigos. A catequese acontecia em uma sala do antigo Colégio Teresense, que nesta data esse prédio já pertencia à Prefeitura Municipal.

A partir de 1994 a sede da Comunidade funcionava na casa do senhor Valentim Ferreira Bispo que cedeu a parte térrea da casa. Neste local celebravam-se missas, batizados e a catequese. Já se considerava a Capela da Comunidade.

Com a saída do senhor Valentim, a Comunidade passou a fazer suas celebrações na casa do senhor Gervásio Fabris, também cedida para a Comunidade, a parte térrea.  Mais tarde, o senhor João Mischiatti comprou a casa do senhor Valentim e as Celebrações passaram a ser novamente na parte térrea desta casa.

No ano de 1998 adquiriu-se o terreno para a construção do Centro Comunitário, com escritura nº 1/5647.

O início da construção foi em maio de 1999. A parte inferior ficou pronta e a primeira Celebração foi no dia 16 de dezembro deste mesmo ano com a benção da Capela.

O padroeiro Sagrado Coração de Jesus surgiu após uma votação. Inicialmente a senhora Juliana Venturini Loss doou uma imagem de Nossa Senhora das Graças para ser a padroeira, que era da intenção da Comunidade, devido a empresa/garagem de ônibus Nossa Senhora das Graças, situada neste bairro. Mas por já haver na Sede uma comunidade com o referido nome (Nossa Senhora das Graças), Frei Honório, pároco na época, achou melhor que se colocasse outro padroeiro. Foi onde se propôs uma votação. A imagem do Sagrado Coração de Jesus foi doada pela senhora Thereza Dal’Col Sarnaglia que, no ano de 2001 a imagem foi trazida em procissão, saindo da residência da doadora, com a presença dos fieis do bairro e do Apostolado da Oração da Matriz, onde houve a entronização da imagem do Sagrado Coração de Jesus.

Setor 1

Conforme informações de moradores vizinhos, esta Capela deve ter sido construí­da por volta de 1989. Foi edificada pela comunidade local.

No Livro tombo, v. 1, folha 6, verso, consta Provisão em 08/07/1899 (para a Capela á atual). No mesmo volume folha 26, frente, temos Dom Fernando de Souza Monteiro, Bispo da Diocese do espirito santo, visitou a Capela em 18/05/1905, acompanhado por Missionários, pelo Vigário de Santa Teresa (frei Eugênio de Comiso) e de um  grande número de distinctos cavalheiros (…) seguimos para a Capella de Sta. Lucia,a três léguas de S. Thereza 

A igreja de Nossa Senhora Aparecida, foi fundada no ano de 1973, ajudaram para a construção 17 famílias. Foram elas: Guilherme Schiffler, Bernardo schiffler, Florêncio schiffler, Rainaldo Barth, Frederico Schiffler, Lídia Schiffler, Frederico Rossi, José Schiffler, Raimundo Jastro, Oswaldo Ribeiro, Leopoldo schaefer, Francisco Pilger, Martim Jastro, Luis Bringuente, Luis Bausen, Pedronildo de Paula, e na época coordenador Getúlio de Paula.

Foi construída a primeira capela com a ajuda de todos em mutirão, era bem pequena. Depois de alguns anos a comunidade foi crescendo e precisou-se ampliar a igreja no ano de 1980. Não suportando o crescimento elevado dos participantes, mais uma vez, teve de aumentar a casa do senhor, que teve início no ano de 1989, e término no ano de 1993.

E assim está a comunidade hoje, com aproximadamente 150 famílias, participando e sempre trabalhando para que a igreja cresça cada vez mais, com o empenho de todos que a integram, e também com as bênçãos de Maria.

Ao mês  11 do ano de 1875, saíram  da região de Trentino no estado de Alto Adige na província de Trento, distrito de Varla Di Giovo, pelo empreendimento dos próspero  fazendeiros Tabacchi  com o comando do empresário Pedro Tabacchi.

Saíram de Havre no navio Fenelon uns grupos de imigrantes italianos partiram para uma nova pátria afim de uma vida melhor. Havia uma grande propaganda de que no Brasil teriam garantia de vida melhore oferta de terras férteis. Com essa visão  se aventuraram. O grupo chegou ao porto de vitória no dia 27/ 12/ 1875, onde em canoas  seguiram pelo Rio Santa Maria da Vitória até Santa Leopoldina onde dormiram em barracões. No dia seguinte subiram picadas a pé rumo a Santa Teresa. Foram alojados em barracões próximos a então igreja Matriz, onde na época, neste local havia um gigantesco pau peba usados pelos imigrantes para orações  das 6  horas da tarde , frente do quadro de Santa Teresa. Conta a história que quem  trouxe a imagem foi uma senhora da família Tonini devota de Santa Teresa.

Não satisfeitos com as condições que se encontravam, o referido grupo resolveu embrenhar-se nas matas teresenses em direção ao povoado da Penha , descendo por Santa Lucia, Rio Saltinho e subindo as montanhas de Goiapaboaçu nos anos de 1889 a 1900.As primeiras famílias que aqui chegaram foram: Pomarolli, Tomé, Dinis, Guerim, Carreta, Santini, Gottardi, Pegoretti, Dalmazio, Casotto, Monfardini, Biazi, Palauro e Corte.

Inicialmente eles acampavam em barracões feitos de madeira e cobertos por palhas de coco. Em virtude de existirem muitos animais ferozes no local foram realizados reforços. Depois de alguns dias cada família foi se instalando em diferentes lugares estabelecendo seus limites. Os imigrantes passaram por muitas dificuldades , as madeiras para a construção eram cerradas por  cerras manuais  e facões. A roupa era lavadas nos rios. Os alimentos eram preparados em em caldeirões , pendurados por correntes sobre uma fogueira. Dificilmente usavam calçados nos pés. Os vestidos eram longos e com mangas longas e o tecido era denominados de mescla. Os homens também utilizavam a mescla para calça e camisa que na maioria das vezes eram costurados pelas próprias esposas em maquinas manuais. A agua era carregada em baldes grandes de ferro fundido. A comida mais usada era : o queijo, a polenta, o macarrão fabricado por eles mesmos e as carnes  que eram de caça. Como era um povo humilde trocavam os produtos que produziam por mercadorias  raras para eles como: sal, trigo, querosene. Essa  troca de produtos era feita em Cachoeiro de Santa Leopoldina, os mesmos tinham que caminhar cerca de dois dias entre ida e volta, que era feita dentro da mata fechada, através de uma picada. O restante dos alimentos era produzido por eles mesmos, como: o melado de cana, o açúcar mascavo, o milho que era moído no moinho de pedra movido a água, o sabão caseiro, a cachaça, sua principal bebida era produzida artesanalmente, já o vinho era comprado na forma de troca.   

A saúde era cuidada com remédios caseiros , chás, e benzimentos. Casos  mais graves acabavam em óbitos. O nascimento dos primeiros filhos de imigrantes que nasceram no Goiapaboaçu era feito por parteira que não temos o registro. A mais procurada chamava-se  Bernardina Maria Rígio Pomarolli. Que realizava partos nas mediações do Goiapaboaçu. Somente depois de  30 anos que chegou o Dr. César  Augustini, médico que todos os moradores de Goiapaboaçu procuravam.

Um dos primeiros padres que  aqui celebraram foi o Padre José Vasconcelos na ano de 1887, depois , Padre Marcelino Maroni, Remigio pessotti, entre outros. Só depois de muitos anos procuraram organizar os documentos em cartório. Já instalados e muitos religiosos o grupo  organizou o primeiro oratório , feito de estuque , com assoalhos e coberturas de madeira, localizado onde hoje está o cemitério.

Depois de algum tempo iniciaram a construção da igreja de Goiapaboaçu, no terreno doado por Isidóro Jerônimo Gotarde. O santuário foi construído em mutirão. Encontraram muitas dificuldades por que estavam organizando sua terras e suas casas. O material utilizado  na construção da igreja de Goiapaboaçu era principalmente barro e  pedra. Em 1908 terminaram a construção. A torre , O altar e o piso eram de madeira. Com o passar dos anos a igreja sofreu várias reformas . A imagem do Sagrado Coração de Maria foi comprada em forma de doações dos próprios moradores.

Por volta de 1910, chegou a comunidade o Sr Alessandro Broetto, vindo da Itália   que em   1928 fundou a primeira escola em seu  próprio terreno, denominada Escola Singular de Goiapaboaçu. Tendo sido construída com recursos próprios do Sr Alessandro Broetto, era feita de estuque, o assoalho era de madeira, coberto por zinco.

O Sr. Alessandro Broetto  tinha varias funções na comunidade. Por ler  muito tinha muitas informações. Aos domingos era ele que rezava. Cantava nas missas, que inicialmente eram em latim. Era Juiz Distrital, socorria doentes…enfim procurava ajudar a todos. Outros povos que foram e continuam sendo importante para o desenvolvimento da comunidade : os filhos e netos da família Broetto, Tomé, Pomarolli, Sarnaglia, e da família Blanck. A primeira  forma de energia que sérvio a comunidade a partir do ano de 1964, era gerada através de turbina aproveitando as aguas do rio local que era chamado de rio Purgatório. Somente  em 1985 é que chegou energia alétrica.

A estrada para a circulação de carros de rio Saltinho a Goiapaboaçu com 5 km foi construída em 1973 com o trator do Sr. Américo Modenesi. Quem finalizou a construção foi o Sr. Alcebiades Sarnaglia e Reinalda Tomé. Através do  Banco do Brasil. O dinheiro da época era o Cruzeiro. A estrada de três Barras a Goiapaboaçu com 5 km foi construída em  1976 com incentivo do Sr. Paulino Domingos Pomarolli, que pagou com 300 metros cúbicos de madeira de sua propriedade.

Hoje  o Goiapaboaçu é uma comunidade próspera, formada por pequenos produtores que vivem do cultivo do café, eucalipto. Banana, cana-de- açúcar, milho, feijão, entre outros. Em suas maioria possuem automóveis, antenas parabólicas, internet e telefone. Podemos dizer que hoje nossa comunidade enfrenta menos dificuldades do que na época da  imigração. A comunidade de Goiapaboaçu esta localizada dentro da APA ( área de Proteção Ambiental).

No livro de Tombo, v.2, folha 113 consta citando a data de 14 de abril de 1958: “ em comemoração ao IV Centenário de Nossa Senhora da Penha de Vitória, houve uma grande festa na capela da Penha perto de Santa Teresa (…) no final da procissão falou o Rvmo. Pe. Frei Carlos de Santa Teresa, homenageando aos funcionários do nosso mais antigo templo, dedicado à Padroeira de nosso Estado”.

No livro de Tombo, v.1, folha 26, verso, consta a visita Pastoral do Bispo do Espírito Santo, Dom Fernando de Souza Monteiro em 20 de maio de 1905. “… em companhia de Rvmo. Vigário, do nosso Secretário particular e de diversos Senhores, que nos fizeram amável companhia até o lugar denominado ‘Santa Rosa’, a 6 kilomentros de Sta. Thereza, e cuja Capella consagrada a N. Sª. Da Penha, de passagem devíamos visitar”.

A imagem de Nossa Senhora da Penha, esculpida em madeira pelos irmãos Antônio e Virgilio Lambert, a pedido do fabriqueiro Antônio Zucolotto. A “encomenda” foi entregue em 25 de março de 1888.

Capela de Construção simples, com um sino e uma cruz instalados na parede da frente, externamente

Setor 2

Construida em 1930 (data gravada em sua fachada e informações de pessoas da comunidade), esta Capela pode acomodar cerca de 45 pessoas sentadas. Por ocasião da visita, contava com dezesseis imagens. Na construção, participaram famílias da localidade, dentre as quais: Zanoni, Tótola, Croce, Cerchi, Medani, Ramos e Peroni.

Do Livro do Tombo, v.1, folha 40, frente, temos a Provisão da Capela de S. Francisco, em Nova Lombardia, em 01/02/1913. Na folha 40, verso, consta o certificado de visita, acontecida em maio de 1913, tendo dito o Vigário: “A Capella é nova…”

No Tombo, v.2, folha 4, frente consta que a Capela foi “reedificada” e inaugurada pelo frei Miguelangelo em 17/09/1930.

Do caderno do frei Affonso de Maria, que visitou essa capela em 4 de maio de 1941, obtivemos as seguintes informações:

“Igreja – comprida m. 6+4 – larga m. 6; soalho de cemento, paredes de tijolos cosidos, coberto de zingo

1-  Altar de tijolos e cemento.

2- Imagens – três; S. Francisco de Assis, S. Coração de Jesus, N. Senhora.

3- Bancos tem uns seis ou oito.

4- Paramentos, só branco e preto, roxo, vermelho.

5- Sino um

6- Canônica tem sem cosinha

7- Cemitério – sim

8- Sociedade, a mesma do cemitério. N21- taxa Dez quartas de café por ano.

Continuando as anotações de frei Affonso de Maria:

“notas: 1ª Igreja era de madeira, e foi inaugurada em 1913. Distava uns 30 metros da atual.

              2ª igreja atual inaugurada em 1940”

Existe portanto uma diferença de 10 anos entre as informações obtidas das duas fontes, como data de construção 1930 e da inauguração 1940.

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            A Comunidade de Alto Santo Antônio, localizada há 08 km da sede, foi fundada no final da década de 50 por moradores da região e tem como Padroeiro São Sebastião. A igreja foi construída em área doada por Leone Magesvski, (hoje atual proprietário seu filho Júlio Magevski).

Pessoas que construíram a igreja:

Otto Müller

João Coutinho

João Nicolini

Abílio Fadini

Família Croce

Família Mantovani

Jair Calmon

Luciano Lírio dos Santos.

No momento a igreja passa por reformas, e conta com ajuda de vários membros da Comunidade que se empenham em manter as tradições.

Alto Santo Antônio – Santa Teresa, 15 de março de 2015.

A comunidade de São Cristóvão teve inicio formada na época por pouco mais de 20 familiais que se reuniam numa antiga Escolinha onde preparava-se as crianças e jovens com a Catequese e Crisma .Apos um período de conflito dentro da Comunidade onde participavam NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS cerca de 5 km dessa Escolinha as Famílias . Resolveram então Procurar o Pároco com a ideia de formar uma Comunidade , pois também a distancia muitas vezes atrapalhava a participação dos mesmos O Pároco FREI JORGE VEIGA autorizou logo as famílias se reuniram os donos do terreno fizeram a doação do espaço e logo deram inicio a construção da Igreja e em menos de 2 anos a Construção toda foi feita em regime de mutirão e doação , quem podia doava material ,outros doavam dias de trabalhos na obra . As mulheres ajudavam na amarração de ferragem pra virgas por meses se reuniam 2,3 dias por semana na obra e nos finais de Semana se reuniam pra celebrarem. Também aqui não podemos deixar de lembrar que muitas comunidades nos ajudaram nessas doações. Ate mesmo de outras paroquias vizinhas de Itarana e Santa Maria de Jetibá.

Neste ano de 2015 completamos 15 anos somos 49 famílias e 85 membros, celebramos todos os finais de semana ,somos uma comunidade ativa e participante das atividades da Paroquia. E o mais importante nosso ponto partida foi conflituoso , mais hoje estamos em perfeita harmonia e comunhão com nossos vizinhos , estamos sempre participando juntos de varias atividades.

Durante muito tempo por não existir  igreja na localidade de Alto Caldeirão uma moradora no qual seu nome é Marta Penitente Daleprani reunia-se com seus fiéis para orar em um quarto de sua casa. Diante de um pequeno altar improvisado eles rezavam o terço, via-sacra, coroinha do sagrado coração de Jesus nas primeiras sextas feiras de cada mês, ladainhas, e até faziam pequenas coroações.

Dona Marta quem motivou a comunidade para a construção de uma Igreja. Foi o Sr.José Roque Daleprani quem doou o terreno, e com muita persistência superaram muitas dificuldades. Naquela época, o trabalho era braçal e não tinha as tecnologias de hoje. Com muita luta e dedicação em 1948 foi inaugurada a tão esperada e sonhada Igreja.

Tendo como padroeira ¨Nossa Senhora Das Graças¨ que na época estava sendo muito louvada por seus milagres. Foi Frei Manoel quem celebrou a primeira missa de inauguração, desde então se comemora a festa de Nossa Senhora Das Graças no ultimo domingo de novembro. E todos os anos no mês de maio se realiza a coroação de Nossa Senhora.

Movidos pela fé a comunidade cresceu, e já não havia espaço para tantos fiéis. Então com muita união decide-se pela construção de uma nova Igreja onde mais uma vez a fé superava os obstáculos. Com intercessão de Nossa Senhora conseguimos realizar este sonho, e em 30 de novembro de 2003 foi inaugurada a nova Igreja.

Hoje a comunidade tem 162 dizimistas, aproximadamente 80 destes contribuem mensalmente. No momento as pastorais atuantes são: Liturgia, Canto, Catequese, Crisma, Batismo, Dizimo, Ministros, Coroinhas, Grupo de Oração, Pastoral da Saúde, apostolado da oração … enfim, que o Senhor possa continuar derramando suas bençãos e proteção a cada irmão e que Nossa Senhora possa estar intercedendo por cada filho seu, e que nossas comunidades cresçam cada dia mais no amor e na fé. Amém!

A primeira capela era de madeira. Foi construída em 1924 e inaugurada em 1927 por Frei Dionísio.A escolha do Padroeiro foi feita por D. Maria Merllo Ziviani que morava numa propriedade na Itália cujo Padroeiro era São Roque.   

Ao vir para o Brasil o navio de D. Maria ocupava foi tomado por uma epidemia. Ela , porém, fez uma promessa de que se não fosse contagiada ergueria uma capela a São Roque. E tal aconteceu que aqui chegando ela construiu uma pequena capela e lá colocou a imagem de São Roque. A imagem foi doada por Orlando Cortelleti e o sino da capela por João Ziviani.                                                                                     

Em 1948 houve uma chuva que durou 90 dias que fez com que a igreja desabasse. São Roque foi abrigado por Louranço Ziviani , lá rezaram durante 3 anos.

Em 1951 , as famílias se reuniram em mutirão e construíram a atual igreja que teve seu término em 1954.

Setor 3

Lateral da Antiga Capela de São Paulo, no mesmo local onde está a atual, na foto lateral trata-se da 1ª missa celebrada por frei José Corteletti, em 05 de Julho de 1959.

Do Livro do Tombo, v.1 folha 29, verso, temos, com relação ao ano de 1907: Licença para benzer a Capella de São Paulo Ilmo. Exmo. Snr. Bispo. O abaixo assignado Vigário de Santa Thereza pede a V. Exª. Rvma.  Licença para benzer a nova Capella de São Paulo do Rio Perdido desta Parochia de S. Thereza. (S. Thereza 9. 2. 907, humilde servo frei Eugenio de Comiso C.)

A atual Capela foi construída em 1972, sobre o nome da localidade, frei José Corteletti apresenta a seguinte história: “contavam os velhos que, ainda nos idos do século XIX, no tempo dos primeiros colonos italianos, um homem fora encontrado morto, com seus apetrechos de viagem, ás margens do rio, com indicações que que havia se perdido. A partir desse momento, o rio passou-se a chamar-se rio perdido. Mais tarde ainda no século XIX. Construíram, no mesmo local, a Capela dedicada ao apóstolo Paulo. Por isso essa comunidade é conhecida por São Paulo do Rio Perdido.

No Livro do Tombo, v.1, folha 6, verso, consta provisão em 20/03/1899, certamente para a capela anterior, no volume 2, folha 119, frente, consta que, em 15/01/1959, “o Revmo. Vigário Pe. Frei Apolinário de Sortino, em ocasião da festa do padroeiro, ofereceu á capela de São Paulo – Rio Perdido, a relíquia de São Paulo, que ornará a Capela”.

Esta localidade, Itanhanga, foi assim chamada pelos primeiros moradores que aqui se instalaram por volta de 1880, famílias de Araújo Bernardino e José Queirós.  Antes da primeira capela havia no mesmo lugar um cruzeiro onde o povo se reunia para rezar o terço. Venâncio Loss por mais de 25 anos catequizava e conduzia as orações. Só por volta de 1944, por Segundo Malavasi foi então construída a primeira capela dada a São Bento como padroeiro, isso porque o lugar era conhecido e temido pelo grande número de cobras venenosas que frequentemente faziam vítimas nas lavouras, sendo assim, Santo de sua devoção. Depois de 1970 a antiga capela foi demolida e construída uma outra um pouco maior inaugurada por Frei Antônio Zuqueto. Daí pra frente começou-se celebrar aos domingos e devagar foram surgindo algumas pastorais.

Hoje com 21 famílias caminha dentro de suas possibilidades com pastorais ativas na catequese, liturgia e canto, batismo, dízimo, limpeza e também os ministérios dos coroinhas e ministros extraordinário da Eucaristia onde uma vez por mês os representantes das pastorais se reúnem em conselho para discutir e planejar a caminhada da comunidade.

 A comunidade de Santo Antonio (Mattedi) foi fundada por volta de 1923 por algumas famílias que aqui residiam, sendo elas Taufner, Mattedi, Morão, Pivetta, Possatti, entre outras.

Havia uma pequena escola de tijolos e zinco, uma venda de coisas mais básicas e necessárias.

 

Por volta da década de 40 a 70 a comunidade era bem frequentada pelos moradores e vizinhos . Mas devido ao Êxodo rural ficou reduzida em poucas famílias. Mais tarde foram chegando outras famílias.

A antiga igreja foi demolida e por volta de 1990 deu-se inicio a construção da igreja atual , que hoje possui 14 famí­lias onde 7 são participantes ativas, que se reúnem aos sábados para a celebração da palavra.

Data da fundação: 1928
Data da construção da primeira igreja: 1928
Data da construção da segunda igreja: 1959-1960 e em 1965 construíram a canônica
Data da construção do campánario com três sinos: 1999-2000
Padre que inagurou a primeira igreja: frei Domingo de Rócano
Padre que inagurou a segunda igreja: frei Estevão Corteletti
Motivo da escolha da padroeira: devido a um parto difícil na época e pela graça alcançada comprou a primeira imagem que ainda se encontra na igreja.
 
organização existente
Catequese
Crisma
Crisma adulto
Liturgia e canto
Círculo bíblico
Batismo
Dízimo
Jovens
Ministro da sagrada comunhão –(serviço)
Conselho comunitário

A Comunidade de Nossa Senhora da Penha foi fundada em 28 de Abril de 1930, quando o senhor Joseph Pivetta na Época recebeu uma graça de Nossa Senhora da Penha. Pela sua fé e devoção ele construiu em seu terreno uma capela em honra a Nossa Senhora. Desde então as poucas famílias que aqui moravam começaram a se reunir aos domingos com a reza do terço. No ano de 1960 rezava – se o culto dominical, após, 10 anos, a Comunidade tornou – se uma Comunidade Eclesial de Base.

A comunidade começou a ser povoada por volta de 13 de setembro de 1915. As primeiras famílias que lá chegaram foram: Baratella, Baroni, Bridi, Demuner e Pestana.

Os primeiros habitantes frequentavam a Igreja de São Paulo até construírem a primeira Igreja na localidade. Esta foi feita de madeira e ficava no alto de um morro, próximo ao centro da comunidade,  onde hoje localiza-se o cruzeiro. Simultaneamente à construção,  as orações começaram a acontecer na casa do senhor Napoleone Baratella e sua esposa Luighia Sbardelotti Baratella. Devido áquele local ser de difícil acesso, resolveram construir a 1ª Igreja no local em que se encontra hoje. 

A imagem do padroeiro foi doado pelo Sr. Napoleone, depois de uma promessa feita  para construir uma Igreja. A indicação do Padroeiro foi do Padre da época, pois não havia nenhuma igreja com este padroeiro na região. Bom Jesus da Lapa passou um tempo na casa de seu doador e assim que a igreja ficou pronta sua imagem foi levada para lá. As missas eram celebradas na casa do Sr. Miguel Demuner e quem se encarregava de buscar o padre era o Sr. João Pinto Pestana e o Sr. Miguel Demuner, sendo feito a cavalo. 

O primeiro padre a celebrar missa na comunidade foi o Pe. Leandro, ele permanecia na comunidade de dois a três dias, ficando na casa do Sr. Napoleone e fazia os atendimentos como confissões, conselhos, visitas aos doentes, e as demais atividades  que lhe cabiam. 

Somente em 19 de fevereiro de 1939 a 1ª igreja ficara pronta, e teve sua primeira missa celebrada pelo Frei Manoel. Era bem pequena e com o passar do tempo  foi se deteriorando, havendo cada vez mais a necessidade de um templo maior. 

Em setembro de 1965, a comunidade recebeu a visita do missionário Aloisio acompanhado do Vigário Frei Angélico, oportunidade que foi assentado o Cruzeiro na comunidade, naquele antigo local, outrora escolhido para sediar a igreja, no alto do morro. A matéria prima para a  grande cruz foi doada pelo Sr. Atílio Bridi, um ipê preto, cuja madeira era muito pesada, e devido ás chuvas torrenciais da época, foram necessários sete juntas de bois para trazer a cruz aos pés do morro. 

Ao tentar avançar com o mastro até o topo, os moradores depararam-se com outra dificuldade, pois não havia possibilidade dos bois subirem até em cima do morro. Foram amparados pela fé e pela crença do seminarista, que colocou-se sobre a cruz, e fazendo orações acompanhado de todos os moradores acentaram a cruz no local escolhido.  Com o passar do tempo, o mesmo que havia acontecido com a igreja, inevitavelmente ocorreu ao cruzeiro: a madeira apodreceu, e foi, então, substituído por uma cruz de cimento. 

Em março de 1974 fica pronta a 2ª Igreja, a mesma até os dias de hoje.

Bispos que visitaram a comunidade: D. Luiz, D. Antônio, D. Silvestre e D. Geraldo.

Os primeiros padres que atenderam a comunidade foram: Frei Manoel, Frei Rafael e Frei Afonso Maria.

A construção da 1ª Igreja foi a base de muitos esforços e doações de todos por vários anos. A primeira festa aconteceu em 1940 e para  abrilhantar a mesma, a banda de música de 25 de Julho se apresentou e foram até Córrego Frio a pé. As festas eram realizadas com missas campais, pois reunia muitas pessoas e elas contribuíam com produtos para fazerem leilões. Quem tomava conta da organização da Igreja eram chamados de fabriqueiros. Dentre eles estavam: Antonio Domingos Pestana, D’alt Campista, Marcelino Demuner, Acrisio Bridi e muitos outros.

Setor 5

No Livro do Tombo, v.1, Folha 10, frente, consta: Provisão a Cappella de São Sebastião com portaria em data de maio de mil novecentos e trás, pelo Rvmo. e Exmo Bispo Diocesano D. Fernando de Souza Monteiro foi provisionada a Capella de São Sebastião no lugar denominado Alto santa Maria do Rio Doce, desta Parochia para celebrar o S. S. Sacrifício da Missa e Administrar os S. S. sacramentos do baptismo e matrimonio.

O mesmo volume, fola 50, frente, menciona que, em 25 de novembro de 1917, o Padre frei Gaspar de Modica benzeu a primeira pedra da nova Capela de São Sebastião do Alto Santa Maria.

 A comunidade de São João de Petrópolis foi desbravada pelos imigrantes Italianos que aqui começaram a chegar no ano de 1880. Era conhecida por eles como Barracão, porque foi construído um barracão ao lado do Rio Santa Maria, para abrigo dos que aqui chegavam. Conta que, com a vinda de D. Pedro II ao Estado e estando em uma cidade, a mais próxima, para inaugurar estrada de rodagem, lhe homenagearam acrescentando Petrópolis ao São João (Padroeiro); pelo faro de Petrópolis, significar Pedro.

NOMES DAS PRIMEIRAS FAMILIAS: Milanezi, Fadini, Peroni, Vivaldi, Frechaini, Galletti, Dondoni, Perini, Ravagni, Traspadini, Luchi, Pagani, Forza, Villaschi, Lani, Gusperti, Colona e outas.

DATA DA CONTRUÇÃO DA 1ª IGREJA: A primeira Igreja de São João Batista, segundo dados do livro da sociedade católica, foi fundada em 1882, era coberta de zingo e altar de madeira, sobre a qual foi colocada a Imagem de São João Batista, entalhada em madeira por Virgilio Lambert (que era morador de Santa Teresa). A imagem existe até hoje, sendo usada somente na época dos festejos a São João. Em 1895 a Capela foi benzida pelo vigário de Itapemirim, Padre Marcelino Moroni D’ Agnadello, com licença verbal dada pelo Exmo. E remo. Monsenhor Bispo de Nictheroy D. Francisco do Rego Maia. Consta no livro Tombo v.1, fls. 6 verso, a Capela de São João Batista como provisionada para batizar e para casar em 20 de Março de 1899.

Mais tarde essa Capela foi demolida e construí-se a Igreja atual, que tinha também altar de madeira e paredes revestidas de flores, pintadas por Manoel Bezzera; começou a ser construída em 24 de Novembro de 1917, com benção da pedra fundamental pelo Padre Frei Gaspar de Modica e sendo concluída em 27 de Janeiro de 1918, sendo benzida em 24 de Junho de 1918 pelo P. Frei Izaias de Ragusa com previa licença do Exmo. E Remo.Sr.Bispo Diocesano Dom Beneticdo  Alves de Souza; o “fabriqueiro” da época era o senhor Carlos Bragoni e os construtores foram os senhores Manoel Antonio e J. Brito, que eram de nacionalidade Portuguesa. A primeira Missa desta atual Igreja foi Celebrada por Frei Marcelino D’ Agnadello.

Algum tempo depois foi batizada outra Imagem de São João Batista, agora de gesso que veio substituir a de madeira, que se encontra até os dia de hoje. Nos idos de 1950/1957 foi retirado do altar de madeira e construído o atual com base de pedras e de tijolos e cimento, cujo construtor foi o senhor Ludovico Andrich.

O primeiro sino da Igreja, foi comprado por João Pagani e chegou em 1903 e pensava 115kg, trazida do porto de Santa Leopoldina, por duas juntas de bois, todo de bronze fundido e ficava em um torre de madeira pendurado ao lado da Igreja. Depois foi trocando por outro que, tem gravado em auto relevo uma Imagem de São João Batista e a inscrição “Capela de São João de Petrópolis-1951”. Vale ressaltar que depois a Sociedade Católica devolveu ao Senhor João Pagani, o valor pago pelo sino.

*Não tendo registro de onde ou de quem veio à ideia ou vontade de ser aqui homenageado como Padroeiro o Percursor São João Batista.

A nossa igreja foi a primeira, depois da Paróquia, a receber a Honra de ter o Santíssimo, em 1987, cujo Celebração e feita todas as quintas-feiras; o Pároco da época era Frei Paulino Fabris; Foram formados Ministros da Eucaristia, que são: Ozório Lopes, Zilda Magdalena Tononi Sarmento, Alaor Ferreira da Silva Pinto, Maria Auxiliadora Vivaldi Tononi, depois vieram outros: Maria Odete Estevão de Oliveira, Fabiana Fardin, que hoje já não exercem, porém tem outros quatro.

BISPOS QUE VISITARAM NOSSA IGREJA/COMUNIDADE: D. Luis Escorteganha, D. João da Mota de Alburguergue, D. Silvestre Scandin, D. Geraldo Lirio Rocha, D. Décio Sosai Zandonadi.

PADRES QUE AQUI PASSARAM COMO CELEBRANTES: (Desde 1895 até 2015, porém não estando em sequência): Pe. Caetano de Comisso, Pe. Eugenio, Pe. Benedito, Pe. Jacinto, Pe.  Leandro, Frei Afonso, Frei Vital, Frei Francisco, Frei Clemente, Frei Querubim, Frei Serafim, Frei João Maria, Frei Daniel, Frei Cesar, Frei Antônio (hoje Bispo), Frei Agostinho, Frei Estevão, Frei Paulinho, Frei Jorge, Frei Honório, Frei Luiz Carlos, Frei Paulo, Frei Eduardo, Frei Anselmo, Frei Jose, Frei Miranda, Frei Jair, Frei Osvaldo, Frei Cleber, Frei Nei, e por último Frei Gerson (Pároco).

FABRIQUEIROS, COORDENADORES E ANIMADORES QUE ATUARAM NA NOSSA IGREJA: Paulo Colonno, Guilherme Luchini, José Bozetti, Noberto Avelino Pereira, Carlos Bregonci, José Luiz Vivaldi, Francisco Milanezi, José Luiz Vivaldi, João Lani, Batista Luchi, João Milanezi Sobrinho, Pedro Milanezi, Domingos Villaschi, Francisco Avelino Pereira, Angelo Villaschi, João Luchi, Armindo Dalcomo, Osmar Rodrigues de  Oliveira, João Luchi, Maria Madalena Machado, Ozorio Lopes, Zilda Magdalena Tononi Sarmento, Natal Zanotti, Zilda Magdalena Tononi Sarmento, Vicente Paulo  de Oliveira, Maria da Penha Natalli, Annie Claudia Guss Fernandes, Zilda Magdalena Tononi Sarmento, Clovis Barbosa, Maria José Vivaldi,  Annie Claudia Guss Fernandes, Maria José Vivaldi e recentemente como animador Giácomo Luiz dos Santos Sperandio. Sendo que a lista começa no ano de 1882 até 2015.

A comunidade de Santo Antônio foi fundada em 1873 por imigrantes poloneses que vieram da Polônia até Santa Leopoldina de navio e a pé até Santo Antônio. Trouxeram consigo duas imagens de Santo Antônio. A maior, feita de madeira, foi colocada na igreja tosca, feita de estuque.

A imagem menor foi colocada no centro da vila, cravada em uma peça de madeira que fazia parte do cruzeiro. Posteriormente ela foi colocada em um capital que mais tarde veio a ser demolido dando lugar a um monumento de propaganda. Em 1981 Ludovico Andrich sensibiliza a comunidade a demolir o monumento de propaganda e erguer em seu lugar outro monumento desta vez um monumento com uma estátua de bronze que até hoje se localiza na Praça de Santo Antônio. A imagem antiga estava bem deteriorada sendo impossível sua restauração, devido a isso, foi sepultada conforme costume dos moradores.

 

A comunidade recebeu o nome de Santo Antônio em homenagem ao santo de devoção que com os imigrantes chegaram a essa terra. Em 1914 é trazida uma imagem nova da Itália que hoje está no altar da igreja e que substitui a imagem antiga. 

Imagem trazida da Itália que se localiza no altar da Igreja dedicada ao Santo que é conduzida pelos fiéis em procissão pela comunidade no dia de seu festejo.

Após a imigração polonesa deu-se a imigração italiana e por falarem idiomas diferentes, os poloneses se reunião para rezar pela manhã e os italianos à tarde. O costume polonês é o que perdura até os dias atuais. 

Como a maioria dos colonizadores eram italianos os padres que vieram para dar assistência a comunidade eram italianos. O primeiro padre a fazer batizados na comunidade foi Padre Marcelino Moroni em 1888.

A comunidade crescia e surgiu a necessidade da criação da sociedade religiosa para administrar a Igreja de Santo Antônio e promover a religião na comunidade e administrar o cemitério. Houve também a necessidade de se construir uma nova igreja. 

Em 1910 é iniciada a construção em torno da igreja velha que só foi demolida após o termino da construção da nova. Até 1944 havia ainda parte da igreja antiga. A construção da igreja nova foi concluída em 1913.  Enquanto a nova igreja era construída na antiga eram realizados ofícios religiosos. Somente em 1944 o fabriqueiro (nome dado na época para o coordenador da comunidade) Ernesto Merlo efetuou uma ampla reforma na igreja dando a ela o aspecto atual.

A festa de Santo Antônio é realizada no dia 13 de junho. Hoje é realizada a trezena com missas e participação das comunidades da Paróquia de Santa Teresa e de São Roque do Canaã. Em princípio a imagem do Santo era conduzida na procissão por pessoas chamadas Antônio que deveriam trajar roupa especial: saia vermelha e bata branca. Com o passar do tempo o rito foi substituído por carros e na atualidade é utilizado na procissão andor carregado por homens.

 Permanece viva na comunidade a tradição da bênção de Santo Antônio precedida do responsório que é cantado em latim.

 A bênção final durante a trezena de Santo Antônio é realizada com a relíquia do Santo. Também é tradição a bênção e distribuição dos pães de Santo Antônio. Conforme devoção os pães abençoados são guardados em potes com arroz ou farinha para que não falte a família o alimento necessário no dia-a-dia.

 

A comunidade também é devota de Santa Luzia. A capela de Santa Luzia localizada na comunidade recebe diversos devotos por ocasião de sua festa em 13 de dezembro através da realização da trezena de Santa Luzia. 

A Comunidade de Santa Bárbara,  situada em barra do Rio Perdido, município de Santa Teresa/ES, com um imóvel  de 400 m2  doado pelo Sr. Joanim Caser, filho de Gáspero, sendo a imagem da padroeira Santa Bárbara uma homenagem a sua esposa que tinha o nome de Maria Bárbara. Todas as famílias de Barra do Rio Perdido, ficaram muito contentes com  ideia e esperavam com ansiedade a inauguração da igreja. Assim começou a construção. Em 1955 a Família Caser contratou os pedreiros: Orlando Pochera, Luiz Casteluber, Calistro Pauli da Silva, Ivo Casteluber e Atílio Zufelato para começarem a construção da Igreja. O material era transportado pelo Sr. Geraldo Caser, em seu caminhão vermelho. A família Caser recebeu também uma doação no valor de trezentos cruzeiros vindo da herança de quinhentos crezeiros que o Sr. Francisco Bicevelli deixou para sua filha D. Ursula Corona, mãe de Geraldo Corona.

Com o passar do tempo, a Igreja foi crescendo e já necessitava de uma capela para o Santíssimo.  Todas as Famílias da comunidade se colocaram a serviço voluntariamente, além das arrecadarem doações em dinheiro e em material de construção. O engenheiro responsável foi Teicherinha e os pedreiros Argel Carline e Dedé Carline. No final do mês de setembro de 1999 a nova igreja fora concluída.

A primeira missa na capela foi celebrada por Frei Querubim. O primeiro Batizado foi realizado no dia 1 de dezembro de 1957 pelo Frei Cesar Broeto que Batizou Luzinete Estivão e Evanir Zonta. O primeiro casamento foi realizado no dia 19 de dezembro de 1959 pelo Frei Apolinário de Sartorio e os noivos eram Elidio Valadares e Palmira Bronzon. Visita da imagem de Nossa Senhora da Penha 05/07/1988. Visita do Bispo Dom Silvestre 01/11/1988. Chegada do Santíssimo sacramento a comunidade 10/07/1993. Dona Filomena Loss foi a cozinheira dos Padres nas canônicas das Igrejas de São Sebastião, Santa Bárbara, Santa Luzia e Corrêgo frio. Bodas de ouro da comunidade de Santa Bárbara foi em 04/12/2005, foi celebrada a missa com a participação do setor  5 . O Padre celebrante foi Frei Agnaldo. Todas as Famílias da comunidade se empenharam para a realização desta festa e ficaram muito contentes com o acontecimento.

Atualmente a comunidade consta com 40 dizimistas, possuindo as equipes: coordenador, vice, tesoureiro, Liturgia, Canto, Catequese, Batismo, Crisma, Dízimo, ministros de eucaristia, Limpeza e ornamentação.

A primeira Capela, construída com madeira em 1925,  abrigava a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, introduzida por imigrantes italianos da família Dallapicola. Os descendentes (netos) do patriarca Carlos Dallapicola relatam que, além da imagem de Nossa Senhora de Lourdes (restaurada por duas vezes) que dá nome a comunidade local, também foram introduzidas as imagens de São Sebastião, Bom Pastor e Anjo Gabriel (nunca foram restauradas). Em frente à Capela, foi construído um Oratório que abriga até hoje a imagem de Santo Antônio. Mais tarde, com a vinda da família do Sr. Ambrosio Lóss, que veio residir na propriedade vizinha a do Sr. Carlos Dalapicola, trouxe consigo a imagem de Nossa Senhora da Penha, advinda de uma Capela que existia na sua antiga propriedade. A imagem de Nossa Senhora da Penha foi inserida no Altar da Capela junto à imagem de Nossa Senhora de Lourdes. 

Em 1957 (aproximadamente) a Capela de madeira deu lugar a nova Capela de alvenaria, que, até hoje (2015), mesmo tendo passado por diversas reformas, mantém os traços característicos do modelo de construção das Capelas daquela época, incluindo a Sacristia. Destaque para as inscrições das principais Santas sobre a porta, NSDL e NSDP. Outra característica preservada é a cor das paredes, branca, e dos destaques, como portas, janelas, Altar e inscrições, em azul real. 

No Livro do Tombo, v. 2, folha 114, frente, com referência à 11 de maio de 1958, temos: “Realizou-se neste dia, com a licença do Exmo. Sr. Bispo, a benção da nova Capela de Nossa Senhora de Lourdes da Barra Tabocas, em comemoração do 1º Centenário da Aparição de Lourdes. O Revmo. Vigário Pe. Frei Apolinário benzeu-a e celebrou a primeira Missa na nova Capela”. A provisão aconteceu em 23 de abril de 1958 (Fonte: Oratórios, capelas e igrejas do município de Santa Teresa. – Vitória, ES: Centro Educacional Leonardo da Vinci, 2001).

Em 17/07/2014 foi inaugurado, ao lado da Capela, uma construção com as seguintes dependências: 01 sala de catequese/ reuniões; 01 espaço coberto onde são realizados alguns eventos específicos; 01 cozinha; e 01 cantina. Próximo a este espaço foram construídos 02 banheiros. Essa ampliação só foi possível de ser realizada com a ajuda financeira da Prefeitura Municipal de Santa Teresa, na gestão 2001/2004, do então prefeito Orly Miguel dos Santos.

Além de dezessete quadros (quatorze da Paixão de Cristo), a Capela conta com onze imagens, a maioria delas oriundas de promessas feitas a Nossa Senhora de Lourdes.

A comunidade Vale da Esperança esta localizada a 23 km da sede de Santa Teresa-ES, no distrito de Santo Antônio do Canaã / Assentamento Tomazinni. Nossa comunidade foi fundada em 29 de setembro de 1997 e a igreja iniciou a construção em 12 de outubro de 2000, tendo como padroeira Nossa Senhora Aparecida. Durante este período os fieis celebravam na antiga escola da fazenda Tomazinni, no decorrer deste período enfrentamos diversos desafios, até chegar à construção da igreja, damos um grande avanço, mais o nosso desafio continua. A nossa comunidade é constituída de 39 famílias, sendo apenas 16 famílias católicas.